Combo Séries: Arrow, The Flash e Gotham.

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Ufa, depois de uma eternidade o Combo Séries retorna! E só lembrando que essa bagaça ak não é um monte de reviews sobre as séries e sim apenas algumas pinceladas aleatórias; me recuso chamar de review algo que deveria ser mais organizado e ter o mínimo de regularidade. Este post será mais curto, já que a demora para escrever limou algumas coisas que eu tinha na cabeça e outras ideias achei melhor deixar de fora por que até eu já tinha perdido o interesse nelas. E fico feliz em falar sobre essas séries por que são as únicas que acompanho com frequência, espero que em dezembro possa me atualizar com as outras. A minha lista de séries em espera tá grande e o tempo curto. Com essa clima super animador, vamos as minhas crianças:

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Arrow
A veterana dessa lista. Eu adoro chamar Arrow de veterana! É que um dia desses a série tava começando, aos pouquinhos, e hoje já passei do sexto episódio da terceira temporada, o tempo tá voando e fico feliz em dizer que Arrow está indo muito bem por hora, salvo alguns tropeços básicos que dá para relevar. Minha única desconfiança é que a segunda temporada também começou muito bem, mas os acontecimentos que moldaram o grande embate entre Slade e o Arqueiro não me agradaram nem um pouco; enquanto tava todo mundo sem fôlego ao terminar Unthinkable, eu fiquei decepcionada. Ainda acho que os roteiristas poderiam muito bem sobreviver sem o Malcom, só que esse diabo é um personagem tão bom que eu nem consigo reclamar mais sua presença na série. Aliás Malcom e Slade são incríveis, quem será o vilão dessa temporada? Detesto Palmer, não dá o ator é ruim demais! A fotografia em Corto Maltese ficou muito linda! E os atores ficaram lindos também. Como a ação toda sempre passa durante a noite, é legal ver o trio lutando as claras, fica tudo mais apreciável, principalmente o trabalho com o arco. Minha primeira suspeita para o assassino de Sara foi Malcom, parece que erramos, mas sabemos que o diabo mente.

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Issa voltou a Starling City e sorry,mas a personagem nunca me convenceu, nem como arqueira, nem como namorada da Sara. Ela choramingando e falando de amor,amor e eu só lembrando de quando ela ameaçou Sara, sequestrou Laurel, quis matar todo mundo, porque era uma revoltada que se sentiu rejeitada, aii que lindo esse sentimento! Não! E tem arqueiros demais na série, assim a coisa perde a graça. Ollie e Arsenal , Malcom, o assassino de Sara, Issa (que deve voltar pra encher o saco), o povo da Liga que entrou em guerra com o Vigilante e Cupido. Espero que seja a deixa perfeita para juntarem Verde ao apelido do Arqueiro, afinal é muito flecheiro por aí para identificar.
Um coisa que quero destacar é o amadurecimento do Arqueiro. Enquanto Oliver Queen ainda está tentando se achar na vida, seu alter ego mostra segurança no trabalho e plena consciência de seu papel como vigilante.Foi apenas foda,ele dizer para a Liga não se meter na cidade dele e que Malcom estava sob sua proteção. O Arqueiro tem muita confiança na sua força e espero que continue assim, chega de crises existenciais onde ele some da cidade para refletirzzZZZZ. Outro aspecto do seu crescimento é o seu papel de mentor do pequeno Roy. Sempre que eu acho que Oliver vai dar um dos seus pitis com Roy, ele me surpreender com suas palavras e gestos. Agora, eu sinto falta do Arqueiro correndo atrás dos ricos para ajudar os pobres; é uma característica da primeira temporada que se perdeu e sua direção se focou em algo maior que acaba não sendo muito específico e tirou muito a posição social e ideológica que o heroi representava. Em outro tempo, hackativistas não seriam os vilões da historia e menos ainda um ex-vigilante teria a pouca empatia de Oliver, que matou um monte de bandido, mas se melindrou com um cara que matou uma pessoa só e lutava por justiça com as próprias mãos em um bairro pobre. Duvido que se Panthera e Oliver se conhecessem lá no início,se não seriam aliados de tão parecidos que eram.

Pq toda mulher quer um chefe rico e sarado que te presenteia com vestidos caros,afffffffffff

Pq toda mulher quer um chefe rico e sarado que te presenteia com vestidos caros,afffffffffff

Agora, Felicity, puta merda! O episódio que foi dedicado a nossa geniazinha seria bom se não tivesse viajado tanto! Felicity era uma haccker meio punk,gótica,sei lá, vamos fingir que era só uma fase. Mas como aquela Felicity desencanada do passado iria em tão pouco tempo virar uma moça atrapalhada,meio abobada e ingênua? Coerência morreu,coitada. Ah mas o boy dela morreu na prisão! Sim, mas a pessoa ficaria triste e reservada e não evoluiria para uma adorável avoada. E a relação com a mãe foi algo constrangedor. Em pleno 2014 porque não tranformar a mãe dela em uma gênia do TI que Felicity admira e sempre se inspirou? Mas a mãe periguete deveria ser um contraste engraçado, mas não aconteceu. E o mais louco é que Felicity ultimamente tem se vestido que nem a mãe, não consigo ver muita diferença no figurino.
Mas o pior mesmo é ver uma personagem que nem salto usava, se derreter toda por um vestido e diamantes, e claro foram essas as iscas para ela ficar toda abobada por Ray. Felicity sempre teve suas vaidades, desde o comecinho, mas mesmo seu batom super vermelho era elemento irrelevante na trama. Agora ela fala de vestidos e colares, e suas roupas lindas estão ganhando destaque que não deveriam na série. O encontro dela com o chefe só reforçou aquela bobagem que diamantes são os melhores amigos de uma mulher, por que mais nerd que ela seja. E eu estava errada sobre o Diggle! Ele está bastante ativo na série, mais do que na segunda temporada, e estou AMANDO! E como feminista quero destacar as várias cenas de Diggle cuidando da filhinha Sara. É muito positivo mostrar que herois podem e devem dividir as tarefas de cuidar das crias, e mesmo Diggle sendo pai de primeira viagem não teve nenhuma cena dele se atrapalhando e a esposa tendo que resolver porque né omi é tudo igual…nada disso ele se sai muito na tarefa de pai. Ponto positivo para o roteiro.Sobre a ilha…não pera, sobre Hong Kong só me interessa dizer que Ollie salvou China White, amo essa mulher, valeu Ollie! O resto eu deixo para o próximo Combo.

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The Flash

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Felicity está em todas!

Cinco episódios assistidos e posso concluir…quase nada né? The Flash não se vende como grande coisa e isso já é um ponto positivo. Dentro de suas várias limitações a série parece ter confiança sobre o caminho que vai traçar, podem dizer que ela é ruim, não que os roteiristas não sabem o que estão fazendo. E devem saber mesmo já que a série não é apenas um sucesso, como já é a maior audiência da CW. A participação de Robbie Amell, primo do Stepen lá de cima, como o falecido (será) noivo da Caitlin foi um ponto bacana, nada de tirar o folego (em todos os sentidos). Eu sempre achei os primos parecidos, mas em video a semelhança é mais gritante, embora Stephen seja mais bonito (irrelevante),
As aparições de Felicity e do Capitão Frio garantiram o melhor episódio da série. Do episódio sobre o omi fumaça verde eu quase não lembro, já Going Rogue eu vi duas vezes e gostei muito. As cenas de ação, os movimentos do Flash, até os dramas pessoais da semana estavam em sintonia e foram muito bem desenvolvidos. Canastrão Frio estava PERFEITO! Porra, a pose de mau , o desapego de valores, a roupa, o jeito, ainda que tudo possa parecer forçado, foi um forçado que deu super certo. Ele é bem mais estiloso que o Flash que em movimento fica lindo (até porque a graça é essa, né burra?), agora parado é um horror aquela pele de calango vermelho.

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Se Felicity e Barry têm o azar de nunca serem correspondidos em suas conquistas, eu posso dizer o mesmo de mim no que diz respeito a shippers. Nunca que a garota fica com o cara que eu torço! Atravesso séries, filmes, mangás e livros nessa maldição, que raiva! E Barry e Felicity são mais um exemplo disso. A interação dos dois é muito fofa, o jeitinho atrapalhado, a genialidade, óbvio que não vão ficar juntos, apenas darão um beijinho bem sem graça porque a audiência de The Flash dever ser para dozes anos, só pode! E o contexto não foi legal, os dois estavam lamentando seus fracassos amorosos e de repente se dão um beijo de consolação? Aff…
Falando em casais, Íris e seu boy me cansam, assim como a implicância do Joe. O problema é que Joe é tão gente boa que nem xingá-lo consigo. Ele e Barry são meus personagens favoritos. Aquela cena dele rindo da voz esquisita de Barry é um misto de engraçada com tocante.Voltando um tiquinho para Íris só pra cricriticá-la: essa história de ficar toda animadinha com o raio que tá salvando o mundo enquanto despeja suas chatices em Barry é tão batido. Qual o problema em tentar inovar um pouco? Ai mas o povo gosta, vê a audiência?, bom a fidelidade de um público não é sinônimo de qualidade ou inovação em um produto. Segundo, não precisava ser revolucionário, bastava não repetir esse mimimi. Terceiro, Íris certamente não é um dos motivos do sucesso da série. Ela é mais uma mocinha que as pessos detestam. Ela, Laurel e Barbara repetem a sina de serem amadas apenas pelos seus herois e ninguém mais. Tem algo errado nesse padrão.

Gotham

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O tempo realmente passa rápido quando eu lembro que um dia desses todo mundo estava falando do piloto vazado de Gotham e hoje já vi nove episódios da série. Eu acredito que a proposta de Gotham caberia perfeitamente em treze episódios. É uma série com um ritmo mais denso, devagar, e ao mesmo tempo tem potencial para desenvolver suas tramas sem se prolongar tanto. Só que na prática não é assim e o maior defeito da série é ser repetitiva e isso tira muito o interesse de quem assiste e arrisco prever que nesse primeiro ano vai se manter assim. Pouco me interessa se depois vai mudar o que importa é o fator agora e em geral, Gotham é bem arrastada.
Se a história toda se desenvolvesse como estão desenvolvendo o Penguin, Gotham seria a melhor série do ano. Cobblepot tem um caminho muito bem traçado e sua evolução em poucos episódios é maravilhoso de ver. Penguin’s Umbrella foi o melhor episódio da série, e mostrou que não é exagero dizer que o Penguin carrega essa série nas costas. E quero registrar rápido que o meu caso da semana favorito foi o Bode que não podia ser vencido. Aliás quando o caso é bom, certeza de que metade do episódio será bom tbm, já quando é algum crime que deveria ser excêntrico e termina por ser tosco dá um sono danado na hora de assistir. E a maioria segue essa linha.
Fish Mooney treinando uma jovem e bela moça para ser sua arma, nada de novo no mundo. O mais trágico (q não deixa de ser interessante) é que sabemos o quão frágeis são seus movimentos, uma vez que Fish não sabe que seus segredos não são mais segredos. James Gordon não mudou nada desde o piloto, olha eu gosto do seu jeito bom moço, mas sinceramente imagine um episódio sem ele e acho que não vai fazer muita falta. E olha que desde a sua chegada a Gotham ele tbm passou por muitas situações, que não deram em nada em termos de amadurecimento do personagem. O mesmo vale para Bullock, Barbara, Montoya ou Fish Mooney, ou menina-gato.

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Mimimi-batima e sua mansão são um porre. E a série deu um passo corajoso ao colocar Bruce e Selina morando debaixo do mesmo teto. São dois personagens que exercem um fascínio muito grande entre os fãs e um com o outro e uma aproximação dessas já tira dois elementos da sua zona de conforto e cria expectativas. É um passo super delicado e eu torço para que dê certo. Bom, de cara devo dizer que Selina deveria ser uma garota das ruas, arredia, sem modos,desconfiada, e claro ousada. Ela demonstrou isso tudo na mansão só o que ficou mais evidente foi sua exagerada antipatia e seus cortes no menino Bruce ficaram forçados, só parecia uma garota de mimimi com um garoto. A única coisa boa disso é que sua presença colocou um pouco de sal no menino. A cena do pão dividiu meu coração, um lado achou constrangedor,o outro achou fofo.
Já Barbara é a rainha das DR, caralho que mulher chata! Eu queria que mostrassem mais sobre o passado dela, seria mais útil do que suas cenas com Gordon ou Montoya. Falando na última, finalmente ela conseguiu separar o casal e pegar sua ex de voltazzZZZZZZZZZ. Ah Mamãe Penguin…não posso esquecer dela! de repente eu não quero mais entrar na vida do Oswald em meus sonhos, que mão louca soccorro (sério que esse é o único problema?). Uma mistura de ciúmes doentio do filho e muita ingenuidade, confesso que adoro essas mamães, não na minha vida, claro.
E é através dessas séries que percebo que já tô velha mesma XD, muitas coisas apontadas não incomodam parte do público e da crítica, e preciso me tocar que não sou o público-alvo dessas séries; um dia vc simplesmente acorda e não suporta mais plots repetidos de Sobrenatural ou Smallville, que vc tanto amava e hj detesta. As limitações destas são inúmeras, mas a verdade é que nós que ficamos datados. Já as queridinhas do Combo eu ainda tenho paciência para assistir e acima de tudo, me divertir que é o que realmente importa. Constantine já estreiou morta, e eu continuo sem o menor interesse na série. E com tanta sabedoria barata decreto: até o próximo Combo.

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