Sobre julianatsume

ODEIO falar quem sou pq não sei direito a resposta.... Mas vamo lá: feminista, chata, apaixonada por séries e mangás. Esperando ansiosamente a ditadura gayzista-esquerdista-feminista. Enquanto não vem, a gente segue a vida.

Supergirl: comentando os primeiros episódios (1-8)

 

tumblr_nv22r0QnSH1u9773so3_500.gif

Keeping up with the Kryptonians!

Após muita espera e um piloto vazado, finalmente coloquei as mãos nessa nova série de super heroína que entregou tudo que prometeu no seu longo trailer e que não é uma grande produção, mas por enquanto também não é tão esse cachorro morto que acham por aí. Para os iniciados, Supergirl mostra os passos de Kara Zor-el, prima mais velha do Superman. A história dele nos conhecemos: antes do planeta Krypton ser destruído, Kal-el é enviado para a Terra ainda um bebê em uma nave, mas a parte não conhecida é que sua prima Kara, aos doze anos (chuto eu) é enviada em seguida, com a missão de proteger o primo na nova vida na Terra. Porém,  a cápsula onde Kara é colocada sai de sua trajetória, ela fica presa durante anos na Zona Fantasma e Kara meio que congela no tempo lá dentro, mas um dia a cápsula se solta e ela chega na Terra. Ela ainda é a mesma menina pré-adolescente, mas seu primo já é adulto, famoso e claramente não precisa de sua proteção.

Kara é adotada pela família Danvers e durante seus anos de crescimento esconde seus poderes e tenta levar a vida de garota normal. Um dia ao salvar o avião onde sua irmã adotiva estava ela revela seus poderes ao mundo, embora ninguém perceba que a mulher que salvou o avião e a assistente atrapalhada de Cat Grant são a mesma pessoa. Cat batiza a heroína de Supergirl e embora Kara não goste do apelido no começo, ela abraça a causa de heroína de National City. Paralelo a nova heroína, condenados da prisão kriptoniana, conhecida como Forte Rozz, que chegou na Terra junto de Kara, são combatidos pelo D.E.O( Departamento de Operações Extra-normais), uma organização de inteligência para caçar aliens, onde Alex, irmã adotiva de Kara trabalha. Continuar lendo

Jessica Jones: das páginas de ALIAS para a Netflix

jl

Então pessoas, enquanto Jessica Jones não vem que tal dar uma lida na série ALIAS e descobrir porque vc também deveria estar contando os dias para a estreia? Já saíram vários teasers, e adorei muito o segundo, onde tem Jessica mostrando toda sua força, bagunça e marrentice, ou seja, ao invés de ficar sentando esperando novembro chegar e pensando: quem é essa na fila do pão? para de preguiça e vem ler ALIAS, porque quando você estiver maratonando Jessica Jones doidamente, vai ficar querendo ler a série de onde ela veio certo?

ALIAS é uma série criada por Brian Michael Bendis e faz parte do selo Marvel Max que se propõe a oferecer quadrinhos com um tom mais adulto, títulos como Blade, The Pulse e Fury também fazem parte do selo. Obviamente não confundir com a série ALIAS do J.J.Abramszzz com a Jennifer Garner, um não tem nada a ver com o outro. Jessica Jones, nossa protagonista é uma ex-vingadora, outrora conhecida como Safira ou Paladina e atualmente é detetive particular em um pequeno escritório administrado por ela mesma e só. Apesar de ser reconhecida vez ou outra, Jessica não usa mais os poderes e seus motivos para ter abandonado a vida de super heroína são segredos que a série vai revelando aos poucos. Continuar lendo

Do racismo reverso vocês não falam, né?

snapshot20150809175811

Pessoas, eu menti no post sobre Tilda e cia , o caralho que eu vou desenhar pq racismo reverso não existe, eu até ia, mas ah…a paciência acabou antes mesmo de tentar. Enquanto tiver um monte de preconceituoso de merda no mundo, extermínio de jovens negros, mulheres negras em situação de vulnerabilidade, ‘comediantes’ racistas, e artistas fazendo black face, eu sinceramente acho que não dá para desenhar e colorir não. Tem gente que só mandando se foder mesmo, porém, se você quer minimamente pensar sobre o assunto ‘racismo reverso’ aqui vão algumas pinceladas. E rezem para a Nossa Senhora da Interpretação de Texto, pq tem gente precisando! Continuar lendo

A diversidade de Sense8: entre muitos erros, as boas intenções ficam

Sense8-1x12

Atenção: blá,blá,blá, spoilers de Sense8 e revisão duvidosa

Eba, mais um texto sobre Sense8 e desculpem se as coisas andam mais contraditórias e confusas que o normal, mas é que a série causa esse efeito na gente, nada é certeza. O post tá uma bagunça organizada e tenho aquela impressão de que ainda faltou falar alguma coisa, ou a certeza de que alguns tópicos deveriam ter sido melhor desenvolvidos, mas é a vida. E é com tanto otimismo e credibilidade que quero deixar algumas pinceladas sobre o fator diversidade na série, focado mais na questão das diversas nacionalidades apresentadas.

Sense8 é sobre diversidade, certo? Começando pelo básico, o equilíbrio meio a meio entre homens e mulheres deve ser comemorado, afinal geralmente em qualquer grupo, no máximo-chorado colocam duas mulheres para ‘cumprir cota’. Eu me lembro de um comentário espirituoso sobre Vingadores – Era de Ultron, falando que agora o filme teria o DOBRO de personagens femininas importantes, ou seja, DUAS.  Haha, é tipo isso. Já no grupo de oito sensates temos uma igualdade literal. Em termos de representação racial, também não temos do que reclamar, até porque óbvio evidente, esse é um dos objetivos da série. Continuar lendo

Jurassic World: umas coisinhas sobre o filme dos saltos polêmicos

giphy-facebook_s

Falando sério, eu nem ia escrever sobre Jurassic World. Primeiro porque não achei o filme tudo aquilo e segundo porque o texto que eu li da Dana Martins  é daqueles definitivos, então, pra quê me dá ao trabalho de escrever o que já foi dito? Mas foram alguns pensamentos que me motivaram a deixar algumas palavrinhas aqui. Primeiro, o chorume ridículo e risível desse post aqui, que entre tantas acusações diz que agora todos os filmes são obrigados a passar por um zeitgest feminista? Que as feministas que criticaram o filme tão dizendo que mulher não pode ser mais mãe, entre outros delírios. Eu comecei a ler e fiquei indignada, até porque a pessoa se diz feminista, mas depois ao chegar ao final, vi que era assinado por um homem. Ah, me perdoem a misandria, mas isso explica o “mulheres como Claire devem ser extintas só porque contradizem o estilo de vida de mulheres progressistas?” . Minha indignação virou risada. Continuar lendo

Sense8: algumas observações (negativas) sobre sexualidade na série.

Atenção! Spoilers sobre Sense8, bla,blá,blá, whiskas sachê…

nomi-tiene-el-apoyo-de-su-novia-amanita-640x347

Terminei ontem de assistir Sense8 e acreditem: eu gostei bastante. Muita gente odiou o ritmo lento ou mesmo a falta de uma história mais bem amarrada, eu entendo e a série tem muitos problemas técnicos, de roteiro e em termos de representação racial e sexual, MAS ainda assim, a ideia de oito pessoas interligadas me cativou e What´s Up não para de tocar na minha cabeça. Resenha bonitinha de Sense8 não teremos, porque é aquele tipo de série que prefiro analisar do que apresentar e para começar gostaria logo de deixar minhas impressões sobre duas coisas, ambas relacionadas a representação LGBTT: o primeiro ponto tá bagunçado e contraditório, mas segue a vida e acho que conseguir expressar melhor o segundo. Continuar lendo

Não precisamos de uma Cinderela, meninas já são criadas passivas demais, obrigada.

Senta que lá vem o post óbvio, chutando cachorro morto com muito orgulho.

Um elenco tão bom jogado fora...

Um elenco tão bom jogado fora…

Não, eu não odeio a Cinderela, não odeio princesa nenhuma, nem odeio a Disney, até gosto do seu material, ainda que com algumas ressalvas. Este post é mais um desabafo, só para descarregar minha irritação com o enorme passo para trás que o estúdio deu com seu novo filme e sinceramente poderíamos ficar sem essa. Graças a Deus, Frozen, quer os hates queiram ou não, foi um fenômeno maior e se inseriu na cultura pop e ali ficou. A história de Elsa e Anna pode não ser geniaaaaallll, mas é isso: a história de Elsa e Anna, a aventura delas, o protagonismo delas, marcado pela amizade e determinação das duas. Já a Cinderela de Lily James é esquecível demais, assim como o filme todo. Continuar lendo