Jurassic World: umas coisinhas sobre o filme dos saltos polêmicos

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Falando sério, eu nem ia escrever sobre Jurassic World. Primeiro porque não achei o filme tudo aquilo e segundo porque o texto que eu li da Dana Martins  é daqueles definitivos, então, pra quê me dá ao trabalho de escrever o que já foi dito? Mas foram alguns pensamentos que me motivaram a deixar algumas palavrinhas aqui. Primeiro, o chorume ridículo e risível desse post aqui, que entre tantas acusações diz que agora todos os filmes são obrigados a passar por um zeitgest feminista? Que as feministas que criticaram o filme tão dizendo que mulher não pode ser mais mãe, entre outros delírios. Eu comecei a ler e fiquei indignada, até porque a pessoa se diz feminista, mas depois ao chegar ao final, vi que era assinado por um homem. Ah, me perdoem a misandria, mas isso explica o “mulheres como Claire devem ser extintas só porque contradizem o estilo de vida de mulheres progressistas?” . Minha indignação virou risada. Continuar lendo

Não precisamos de uma Cinderela, meninas já são criadas passivas demais, obrigada.

Senta que lá vem o post óbvio, chutando cachorro morto com muito orgulho.

Um elenco tão bom jogado fora...

Um elenco tão bom jogado fora…

Não, eu não odeio a Cinderela, não odeio princesa nenhuma, nem odeio a Disney, até gosto do seu material, ainda que com algumas ressalvas. Este post é mais um desabafo, só para descarregar minha irritação com o enorme passo para trás que o estúdio deu com seu novo filme e sinceramente poderíamos ficar sem essa. Graças a Deus, Frozen, quer os hates queiram ou não, foi um fenômeno maior e se inseriu na cultura pop e ali ficou. A história de Elsa e Anna pode não ser geniaaaaallll, mas é isso: a história de Elsa e Anna, a aventura delas, o protagonismo delas, marcado pela amizade e determinação das duas. Já a Cinderela de Lily James é esquecível demais, assim como o filme todo. Continuar lendo

Whitewashing: sobre White Canary, Tilda e Aloha.

Maravilhosa, mas né...

Maravilhosa, mas né…

E eu mal prometi ficar de olho no whitewashing da White Canary e já me surgem mais dois casos para engrossar o caldo. Dois? Bem, os dois mais gritantes do momento, mas se formos procurar mais a lista aumenta rápido. Assim como a indignação mais do que justa contra esse tipo de absurdo. Eu queria deixar a parte da Canário em um post só porque tem algumas observações que só lendo BirdsOfPrey para ter uma opinião mais segura, até comecei a pegar os quadrinhos, mas o tempo vai passando e as coisas ficando pendentes. Antes de tudo, o que é whitewashing? De forma bem simples, é o embranquecimento de personagens não-brancos (#cêjura?), quando deveriam ser interpretados por negros, latinos,asiáticos ou mestiços, só que são simplesmente substituídos por gente branca. E a palavra pode ser nova para você, mas o processo é bem antigo. E o suposto mimimi pra você que tá incomodado, não é novo também, mas com redes sociais, minorias têm o poder de fazer um barulho ainda maior e sim, com toda a razão. Continuar lendo

Segunda chance: Nikolaj Coster-Waldau vive o drama de um pai coruja

Filme segunda chance MaDame Lumiere Cinema Susanne Bier 5

(titulo medonho, mas estou com a virose da seleção, me deixa! )

Sim, é o segundo drama de Susanne Bier comentado aqui no blog e não, dessa vez ainda não é Em um mundo melhor. O novo filme dinamarquês daquela diretora que decidi ficar de olho foi boa surpresa para mim, gostei muito mais do que de Serena, que é apenas ok, já Segunda chance dá margens para pensar em algumas questões, dilemas. E claro, só pela presença de Nikolaj Coster-Waldau (O Jamie de GOT) já vale a pena, gente, que homem! segura a fangirl dentro de mim. Algumas críticas que li sobre o filme me pareceram um pouco impacientes com o estilo da diretora, eu também me incomodo com alguns recursos que ela usa, mas sei lá, já vi muito filme mais superficial ou forçado sendo ovacionado por aí. Segunda Chance não é ok, é ótimo e pronto. Continuar lendo

O novo Homem-Aranha tem que ser branco: qual a surpresa? (entre outras divagações)

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‘Mano, se eu sair quem assume é o Aécio?’

E a novela sobre o novo Teioso continua. Enquanto as gravações de Capitão América  – Guerra Civil estão a todo vapor, um dos personagens mais importantes da história ainda está sem intérprete definido. Particularmente, eu não tenho muito interesse na nova franquia em si, não estou ansiosa para ver o tio Ben morrendo de novo, um outro Harry/Duende Verde ou seja-lá-quem-for a nova mocinha. Só que estou na expectativa para a Guerra Civil e a demora para a inclusão de um novo Homem-Aranha com as gravações em andamento está me deixando preocupada. Continuar lendo

Felicity, Slut-shaming e centavos atrasados sobre a Viúva Negra.

Felicity e o crime de...ter relacionamentos.2015, gente!

Felicity e o crime de…ter relacionamentos.2015, gente!

Eu nem ia falar mais sobre o caso Viúva Negra porque como devem ter notado o Nyanko-sensei andou meio morto essas semanas. E pra ser sincera porque outros blogs, feministas ou não fizeram bem sua parte e a preguiçosa aqui se deu por satisfeita. Mas foi o slut-shaming crescente sofrido por outra personagem feminina do mundo dos heróis que me empurrou para escrever este texto. E mais ainda a conclusão (óbvia até) que não importa se uma mulher é sexy ou recatada, uma hora seremos jogadas na fogueira pelos machistas de plantão, simplesmente por sermos mulheres. Nenhuma mulher está livre disso. Continuar lendo

Serena: Jennifer Lawrence é uma mulher de negócios, esposa e louca.

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Olha, Serena enrolou tanto para sair que eu já havia desistido do filme. É difícil encontrar uma sinopse decente, pois cada uma tem um aspecto diferente quando não equivocado das coisas e sou uma criatura pior ainda que prefere copiar e colar, pois mais fácil, mas achei esse resumo mais decente:

Em 1929 George Pemberton (Bradley Cooper) e Serena Pemberton (Jennifer Lawrence) decidem ir de Boston à Carolina do Norte no intuito de construir um império no ramo da madeira. Ao descobrir que é infértil, Serena começa a manifestar sentimentos de vingança contra a mulher com quem George teve um filho ilegítimo antes de se casar. Ela suspeita cada vez mais da relação do marido com esta outra família e a intensa união dos dois começa a se destruir. by Adoro Cinema Continuar lendo