Supergirl: comentando os primeiros episódios (1-8)

 

tumblr_nv22r0QnSH1u9773so3_500.gif

Keeping up with the Kryptonians!

Após muita espera e um piloto vazado, finalmente coloquei as mãos nessa nova série de super heroína que entregou tudo que prometeu no seu longo trailer e que não é uma grande produção, mas por enquanto também não é tão esse cachorro morto que acham por aí. Para os iniciados, Supergirl mostra os passos de Kara Zor-el, prima mais velha do Superman. A história dele nos conhecemos: antes do planeta Krypton ser destruído, Kal-el é enviado para a Terra ainda um bebê em uma nave, mas a parte não conhecida é que sua prima Kara, aos doze anos (chuto eu) é enviada em seguida, com a missão de proteger o primo na nova vida na Terra. Porém,  a cápsula onde Kara é colocada sai de sua trajetória, ela fica presa durante anos na Zona Fantasma e Kara meio que congela no tempo lá dentro, mas um dia a cápsula se solta e ela chega na Terra. Ela ainda é a mesma menina pré-adolescente, mas seu primo já é adulto, famoso e claramente não precisa de sua proteção.

Kara é adotada pela família Danvers e durante seus anos de crescimento esconde seus poderes e tenta levar a vida de garota normal. Um dia ao salvar o avião onde sua irmã adotiva estava ela revela seus poderes ao mundo, embora ninguém perceba que a mulher que salvou o avião e a assistente atrapalhada de Cat Grant são a mesma pessoa. Cat batiza a heroína de Supergirl e embora Kara não goste do apelido no começo, ela abraça a causa de heroína de National City. Paralelo a nova heroína, condenados da prisão kriptoniana, conhecida como Forte Rozz, que chegou na Terra junto de Kara, são combatidos pelo D.E.O( Departamento de Operações Extra-normais), uma organização de inteligência para caçar aliens, onde Alex, irmã adotiva de Kara trabalha. Continuar lendo

A diversidade de Sense8: entre muitos erros, as boas intenções ficam

Sense8-1x12

Atenção: blá,blá,blá, spoilers de Sense8 e revisão duvidosa

Eba, mais um texto sobre Sense8 e desculpem se as coisas andam mais contraditórias e confusas que o normal, mas é que a série causa esse efeito na gente, nada é certeza. O post tá uma bagunça organizada e tenho aquela impressão de que ainda faltou falar alguma coisa, ou a certeza de que alguns tópicos deveriam ter sido melhor desenvolvidos, mas é a vida. E é com tanto otimismo e credibilidade que quero deixar algumas pinceladas sobre o fator diversidade na série, focado mais na questão das diversas nacionalidades apresentadas.

Sense8 é sobre diversidade, certo? Começando pelo básico, o equilíbrio meio a meio entre homens e mulheres deve ser comemorado, afinal geralmente em qualquer grupo, no máximo-chorado colocam duas mulheres para ‘cumprir cota’. Eu me lembro de um comentário espirituoso sobre Vingadores – Era de Ultron, falando que agora o filme teria o DOBRO de personagens femininas importantes, ou seja, DUAS.  Haha, é tipo isso. Já no grupo de oito sensates temos uma igualdade literal. Em termos de representação racial, também não temos do que reclamar, até porque óbvio evidente, esse é um dos objetivos da série. Continuar lendo

Felicity, Slut-shaming e centavos atrasados sobre a Viúva Negra.

Felicity e o crime de...ter relacionamentos.2015, gente!

Felicity e o crime de…ter relacionamentos.2015, gente!

Eu nem ia falar mais sobre o caso Viúva Negra porque como devem ter notado o Nyanko-sensei andou meio morto essas semanas. E pra ser sincera porque outros blogs, feministas ou não fizeram bem sua parte e a preguiçosa aqui se deu por satisfeita. Mas foi o slut-shaming crescente sofrido por outra personagem feminina do mundo dos heróis que me empurrou para escrever este texto. E mais ainda a conclusão (óbvia até) que não importa se uma mulher é sexy ou recatada, uma hora seremos jogadas na fogueira pelos machistas de plantão, simplesmente por sermos mulheres. Nenhuma mulher está livre disso. Continuar lendo

Mad Men: esposas, donas de casa, mães e filhas…

Joan_in_Mystery_date

Dando continuidade aos posts sobre Mad Men, hoje, quero dedicar algumas linhas sobre algumas relações femininas na série. Mad Men tem muitas personagens femininas e elas interagem bastante entre si, tanto no mundo do trabalho quanto no ambiente doméstico. Sempre quando pensamos em décadas de 50, 60 a imagem que temos das mulheres é aquela da dona de casa (branca e loira) sorridente com belos filhos. Ou então, da dona de casa (branca e loira), insatisfeita e presa ao lar com seus belos filhos. Na série, o ambiente doméstico é mostrado de forma mais competente, embora Mad Men não seja panfletária, está longe de passar a imagem de que as mulheres eram todinhas felizes com a rotina de donas de casa. Continuar lendo

Mad Men: chegando a hora da despedida

mad-men1

Este texto dá início a vários posts sobre uma série  muito querida que se despede este ano. Mad Men retorna no dia 5 de abril para dar prosseguimento ao seu final, e antes mesmo do definitivo fim a série já entrou no hall de melhores séries que já existiram. Premiadíssima com muita justiça, mesmo que tenha um público restrito e quem não assiste provavelmente nunca gostou de ver essa série levando todos os Emmys a nível de sempre, Mad Men sempre mereceu  o prestígio que tem. E não se ofenda, mas não é uma série para todos. Com um ritmo lento, denso e recheada de sutilezas pode afastar quem procura algo mais óbvio, explicadinho, rápido ou mesmo novelesco. Continuar lendo

Barakamon: seja sempre você, mas não seja o mesmo para sempre.

barakamon-ep1

Quando eu penso em Barakamon, eu penso naquele título do Gabriel, O Pensador. Acho que define muito.

O principal motivo que me fez querer assistir Barakamon atende pelo nome de Daisuke Ono. Eu amo demais esse dublador, ou seyyuu para os chatos hehe. Pensando bem, ele foi o único motivo que me levou a essa pequena maravilha de anime. Ano passado acho que foi o único que assisti inteiro, sem pausas, e prometi que em 2015 assistiria mais animes. Bom, até agora só tem um na conta (o outro maravilhoso Gekkan Shoujo Nozaki-kun). Akatsuki no Yona, o carro-chefe desse blog, campeão absoluto de visitas tá parado há um tempão e o anime já vai acabar e eu tô na deprê por não escrito mais nada sobre ele. Barakamon tava rascunhado há muito tempo, eu enrolei e quase desisti, só que não quero passar pelo mesma angústia que fiquei com Akatsuki e decidi que não poderia deixar o anime sem um post. Não quando ele ganhou coração, não mesmo. Continuar lendo

Combo Séries: I’m back, bitches!

Nada a ver esse título, mas pulando o óbvio (voltamos), eu gostaria de fantasiar que um dia vou iniciar o Combo Séries (DC) com um toque de otimismo, sem desculpas vazias, e sem cortar tanta coisa só porque passou muito tempo, e adivinhem: Não vai acontecer, so let’s go: Continuar lendo