Jurassic World: umas coisinhas sobre o filme dos saltos polêmicos

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Falando sério, eu nem ia escrever sobre Jurassic World. Primeiro porque não achei o filme tudo aquilo e segundo porque o texto que eu li da Dana Martins  é daqueles definitivos, então, pra quê me dá ao trabalho de escrever o que já foi dito? Mas foram alguns pensamentos que me motivaram a deixar algumas palavrinhas aqui. Primeiro, o chorume ridículo e risível desse post aqui, que entre tantas acusações diz que agora todos os filmes são obrigados a passar por um zeitgest feminista? Que as feministas que criticaram o filme tão dizendo que mulher não pode ser mais mãe, entre outros delírios. Eu comecei a ler e fiquei indignada, até porque a pessoa se diz feminista, mas depois ao chegar ao final, vi que era assinado por um homem. Ah, me perdoem a misandria, mas isso explica o “mulheres como Claire devem ser extintas só porque contradizem o estilo de vida de mulheres progressistas?” . Minha indignação virou risada. Continuar lendo

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Não precisamos de uma Cinderela, meninas já são criadas passivas demais, obrigada.

Senta que lá vem o post óbvio, chutando cachorro morto com muito orgulho.

Um elenco tão bom jogado fora...

Um elenco tão bom jogado fora…

Não, eu não odeio a Cinderela, não odeio princesa nenhuma, nem odeio a Disney, até gosto do seu material, ainda que com algumas ressalvas. Este post é mais um desabafo, só para descarregar minha irritação com o enorme passo para trás que o estúdio deu com seu novo filme e sinceramente poderíamos ficar sem essa. Graças a Deus, Frozen, quer os hates queiram ou não, foi um fenômeno maior e se inseriu na cultura pop e ali ficou. A história de Elsa e Anna pode não ser geniaaaaallll, mas é isso: a história de Elsa e Anna, a aventura delas, o protagonismo delas, marcado pela amizade e determinação das duas. Já a Cinderela de Lily James é esquecível demais, assim como o filme todo. Continuar lendo

Serena: Jennifer Lawrence é uma mulher de negócios, esposa e louca.

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Olha, Serena enrolou tanto para sair que eu já havia desistido do filme. É difícil encontrar uma sinopse decente, pois cada uma tem um aspecto diferente quando não equivocado das coisas e sou uma criatura pior ainda que prefere copiar e colar, pois mais fácil, mas achei esse resumo mais decente:

Em 1929 George Pemberton (Bradley Cooper) e Serena Pemberton (Jennifer Lawrence) decidem ir de Boston à Carolina do Norte no intuito de construir um império no ramo da madeira. Ao descobrir que é infértil, Serena começa a manifestar sentimentos de vingança contra a mulher com quem George teve um filho ilegítimo antes de se casar. Ela suspeita cada vez mais da relação do marido com esta outra família e a intensa união dos dois começa a se destruir. by Adoro Cinema Continuar lendo

Wild: protagonista feminista trilhando sua redenção

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Wild (Livre) ganhou minha simpatia assim que comecei a pescar informações sobre o filme. Este ano tem se falado, cobrado (e denunciado) muito sobre as diferenças de tratamento entre homens e mulheres em Hollywood, que refletem a desigualdade que há no mundo inteiro. É ridículo o quão distantes ainda estamos em termos de representatividade e direitos políticos, então sim, vamos continuar perturbando e os incomodados que aceitem. O feminismo está longe de deixar de ter razão em existir. Nesse momento de agitação, Reese Whiterspoon (de quem sempre fui fã) me conquistou de vez. Cansada de não ter papéis realmente interessantes para interpretar, ela decidiu criar a própria produtora, a Pacific Standard ,que além de Wild foi responsável por Garota Exemplar. O “somos mais do que nossos vestidos” é algo que nunca esquecerei, aliás sua linda iniciativa #AskHerMore não deverá ser esquecida. Continuar lendo

Sobre a não-problemática do Tocha Humana Negro.

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Nem vem que não tem. O novo Tocha Humana ser negro não é uma problemática, não deveria ser objeto de tanta indignação e exigências de explicações rápidas que possam dar aos indignados a sensação de “ah, tá! agora faz sentido”. Não. Antes de você querer que haja uma explicação sensata, pare e pense: Por que essa obsessão? É só uma cor gente, estamos falando de adaptações de quadrinhos, de histórias de pessoas que andam e voam por aí fantasiadas e lutam contra vilões às vezes mais fantasiados ainda. E não estamos falando de realidades mega alternativas. A maioria das histórias se passam aqui, na nossa Terra, acontecem maluquices com pessoas normais que depois de acidentes tornam-se extraordinárias. Ai, mas pra tudo isso tem explicação! Andar de capa e cueca por aí não tem explicação nenhuma! Continuar lendo